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CUT

Ato em Brasília marca o lançamento do I Encontro de Mulheres Camponesas

 

Atividade, organizada pelo Movimento de Mulheres Camponesas, acontecerá entre 17 e 20 de Novembro, em Brasília

 

“Na sociedade que a gente quer, basta de violência contra a mulher.” É com este lema que Brasília sediará, de 17 a 20 de novembro, o I Encontro Nacional de Mulheres Camponesas no Pavilhão de Exposições do Parque da Cidade, em Brasília, organizado pelo Movimento de Mulheres Camponesas (MMC). Para marcar o lançamento do Encontro, um ato político-cultural foi realizado no última dia 16 de outubro, no auditório da CUT-DF, com a presença de movimentos sociais, deputados, partidos políticos, organizações não-governamentais e setores ligados aos governos federal e distrital.

“O I Encontro Nacional será uma festa das mulheres trabalhadoras deste país. Queremos avançar na construção de mundo mais justo, com a erradicação da violência contra as mulheres, promovendo a participação política em todos os espaços da sociedade”, disse Rosângela Piovizani, da coordenação nacional do MMC. 

Presente no ato, Carmem Foro, da Contag e vice-presidente da CUT, saudou o encontro e reiterou a unidade dos movimentos do campo, selada durante o Encontro Unitário realizado em agosto. “Nós realizamos a Marcha das Margaridas e o encontro do MMC vem fortalecer a luta das mulheres do campo”, disse. 

Para o deputado federal Marcon (PT-RS), as mulheres assumem uma luta que é de todos. “A violência contra a mulher, a produção de alimentos, a luta por aposentadoria e a preservação do meio ambiente são pautas que as mulheres camponesas assumiram para si, mas temos que ter a compreensão que a dimensão e importância destas reivindicações alcançam toda a sociedade brasileira”, avaliou. 

O I Encontro Nacional do MMC reunirá cerca de 5 mil mulheres camponesas vindas de 22 estados brasileiros. Além disso, o encontro terá a participação de dezenas de representantes de entidades nacionais e internacionais de apoio e que assumem a luta das mulheres. “Será um momento muito importante para todas nós, de troca de conhecimento, intercâmbio cultural, exposição, produção de artesanatos, danças típicas, culinária das regiões, entre outras atividades”, completou Rosângela.

Fonte: Brasil de Fato

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CUT ressalta que priorizará ações em defesa da saúde do trabalhador no próximo período

Secretário geral defende atuação em três eixos: saúde pública e privada e fortalecimento da organização no local de trabalho

Durante a reunião do Coletivo Nacional de Saúde da CUT, que começou nesta quinta-feira (18), o secretário geral Sérgio Nobre ressaltou que Central vem discutindo e trabalhando na organização de um plano de ação que pautará a estratégia nos próximos anos e, neste sentido, uma das vertentes de ação está calcada na temática da saúde do trabalhador.

Ao elencar três grandes eixos, Nobre destacou que a saúde do trabalhador terá caráter prioritário nas políticas da CUT no próximo período. “Hoje, de acordo com especialistas na área de recursos humanos, o maior atrativo de um trabalhador para entrar numa empresa é o Plano de Saúde. Planos estes, que são uma grande mentira, porque basta o trabalhador ter uma doença mais grave para ver o quão descoberto está, tendo de recorrer à saúde pública. O capitalismo é um grande escracho, mas pior são estes planos de saúde, que abusam e lucram com a saúde e a vida da população”, repudiou o dirigente.

“Por isso, temos que fazer este debate sob a ótica do fortalecimento da saúde pública através do SUS (Sistema Único de Saúde) e seus princípios de universalidade, integralidade, equidade e controle social. Outra questão importante são as condições de trabalho impostas aos/as trabalhadores/as nas diversas categorias econômicas, com especial destaque para o fortalecimento da organização no local de trabalho. Devemos pautar também o debate sobre a reformulação da estrutura da CIPA (Comissão Interna de Prevenção de Acidentes), tornando-a um instrumento efetivo, de escolha e deliberação dos próprios trabalhadores, autônoma dos interesses empresariais e com quadro de dirigentes capacitados”, reforçou.

Ao apresentar as prioridades da Secretaria Nacional de Saúde do Trabalhador da CUT, a secretária da pasta, Junéia Batista, destacou a importância e necessidade de que a saúde do trabalhador seja entendida e discutida como pano de fundo das políticas da Central. “As condições históricas do trabalhador passam pela saúde. Portanto, é fundamental considerar a saúde do trabalhador transversalmente na estratégia da Central, dialogando com as políticas das outras Secretarias Nacionais e suas ações”, elencou.

Um dos eixos prioritários citados pela dirigente será a consolidação da Política Nacional de Saúde do Trabalhador no projeto político organizativo da CUT, articulando estratégias no local de trabalho com a ação sindical e a intervenção nos espaços das políticas públicas.

“Vamos investir na formação de dirigentes qualificando-os para o debate sobre as questões no âmbito da saúde do trabalhador e consolidar o Coletivo Nacional de Saúde do Trabalhador e os coletivos nos ramos e estados”, descreveu.

Outra prioridade, conforme o debate feito na reunião de ontem, será o desenvolvimento de uma Campanha Nacional de Combate as Mortes e Acidentes no Trabalho, com a CUT na linha de frente na proposição de mudanças na lógica do trabalho e nas políticas públicas de prevenção. “Que a temática não seja lembrada apenas no dia 28 de abril – Dia Mundial em Memória das Vítimas de Acidentes e Doenças do Trabalho -, mas que seja uma campanha permanente. É uma discussão ampla, com envolvimento dos ramos, em particular os que têm grande incidência de acidentes como a construção civil, transporte, alimentação, rurais.”

Para ler essa matéria completa clique aqui.

Fonte: CUT Nacional

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Em audiência no Senado, dirigente da CUT repudia projeto que altera mandato sindical

A definição do prazo de duração dos mandatos sindicais e dos critérios para eleições nas organizações sindicais deve ser decisão autônoma dos sindicatos. Essa é a opinião dos participantes da audiência pública que discutiu na segunda-feira (15), na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) do Senado, proposta com esse objetivo.

O projeto de lei (PLS 252/2012), do senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), amplia a duração dos mandatos sindicais de três para quatro anos, com possibilidade de reeleição por um período subsequente. A proposta também impede a participação de parentes dos titulares de cargos sindicais na eleição seguinte. O presidente da CDH, senador Paulo Paim (PT-RS) requereu o debate, pois é o relator do projeto na Comissão de Assuntos Sociais (CAS).

Na avaliação de Paim, as medidas propostas podem engessar o movimento sindical. Para ele, é importante haver autonomia para decidir os assuntos relacionados aos trabalhadores, o que pode exigir alterações nos estatutos das entidades e no Código Sindical. O senador disse que, se houver outros projetos como mesmo objetivo, vai solicitar a tramitação conjunta de todos eles.

Limitação

No debate, segundo matéria publicada na Agência Senado, o representante do Ministério do Trabalho e Emprego, Mauro Rodrigues de Souza, considera interessante limitar o mandato para que não haja “eternização” do mandato de dirigentes sindicais. No entanto, observou que se o prazo for muito curto o trabalhador com habilidade para a atividade pode ficar excluído do processo.

O presidente do Fórum Nacional Permanente de Carreiras Típicas de Estado, Pedro Delarue Tolentino Filho, argumentou ser impossível estabelecer um marco regulatório que defina regras nacionais e para todas as categorias. Ele reconheceu a existência de peculiaridades em cada área e defendeu a limitação de mandatos para evitar a perpetuação de pessoas nos cargos, sem desconsiderar a experiência das pessoas.

Ao se manifestar contrário à limitação do mandato dos dirigentes sindicais, o representante da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Jacy Afonso, também defendeu a autonomia das centrais sindicais para decidir seus assuntos.

“Se o espírito é limitar mandatos, como há para o Executivo, o legislador que apresentou essa proposta também deveria limitar mandatos de deputados e de senadores. Por que, se tem limitado o mandato de prefeitos, governadores, presidentes e, agora, o senador Cássio Cunha Lima quer limitar o mandato do dirigente sindical, ele também não propõe a limitação de dois mandatos para os Senadores?”, perguntou Jacy.

Para ler essa matéria completa, clique aqui.

Fonte: Agência Senado/ CUT

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Segundo CNTE, estados brasileiros continuam desrespeitando a Lei do Piso

Entidade afirma que cumprimento da decisão do STF é fundamental para valorização dos profissionais e para a melhoria da qualidade da educação

Uma das principais lutas dos trabalhadores da educação brasileira, a Lei Nacional do Piso do Magistério, promulgada em 2008 (Lei 11.738/08), ainda não é respeitada por 10 estados brasileiros, segundo denuncia a CNTE (Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação). E outros 11 estados não cumprem integralmente a lei, o que inclui a hora-atividade, que deve representar no mínimo 1/3 da jornada de trabalho do professor, conforme aprovado pelo Supremo Tribunal Federal em 2011.

A entidade explica que entre as ações que buscam garantir o respeito à lei, foi realizada, em conjunto com a CUT, a VI Marcha Nacional em Defesa e Promoção da Educação Pública, no dia 5 de setembro, em Brasília. Pelos cálculos da CNTE 10 mil trabalhadores compareceram à Esplanada dos Ministérios.

No mesmo dia, a CNTE solicitou audiências com a presidenta Dilma Rousseff, com o ministro da Educação, Aloizio Mercadante e com os presidentes do Senado Federal, José Sarney e da Câmara dos Deputados, Marco Maia, para debater o trâmite do Plano Nacional de Educação, a implementação da Lei do Piso e as principais reivindicações da Marcha. 

Veja abaixo o balanço feito pela CNTE, por estado, de como está o cumprimento da Lei Nacional do Piso

Não pagam o piso: Alagoas, Amapá, Bahia, Espírito Santo, Minas Gerais, Paraíba, Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Sergipe.

Não cumprem a lei na íntegra: Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Pará, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Roraima, São Paulo, Tocantins.

Cumprem a lei na totalidade: Acre, Amapá, Distrito Federal, Mato Grosso e Rondônia.

Não informado: Rio de Janeiro.

Fonte: CNTE/CUT

 

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Petroleiros participam de ato no Rio contra leilões de petróleo e por um acordo digno

Na última quarta-feira (03), data em que a Petrobrás completou 59 anos de existência, a FUP (Federação Única dos Petroleiros) e seus sindicatos realizaram uma grande manifestação contra a retomada dos leilões de petróleo. O ato reuniu cerca de 800 pessoas entorno do prédio onde estão localizadas a Agência Nacional de Petróleo (ANP) e a Transpetro, no Centro do Rio de Janeiro. Além dos petroleiros, participaram do ato militantes da Via Campesina e do Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB), que integram a Plataforma Operária e Camponesa de Energia.

Os manifestantes condenaram a realização de novas rodadas de licitação de blocos petrolíferos, anunciada pelo governo nas últimas semanas, e denunciaram as condições precárias e inseguras de trabalho no setor, cobrando da Petrobrás um acordo digno para os trabalhadores.

O ato foi convocado pela FUP e teve inicio às 7h, com a chegada de caravanas de petroleiros e camponeses de Minas Gerais, São Paulo, Norte Fluminense e Duque de Caxias, Paraná e Santa Catarina.

Segundo matéria divulgada pela FUP, apesar da legitimidade do ato, a Polícia Militar tentou reprimir a manifestação, utilizando, inclusive, gás de pimenta contra os trabalhadores. Mas a repressão da polícia não reduziu o ânimo, nem a garra dos manifestantes. Pelo contrário, os trabalhadores empunharam suas bandeiras e faixas e deram o recado para o governo de que mais do nunca estão organizados na luta contra a entrega dos recursos naturais do Brasil. As lideranças ressaltaram a necessidade de fazer andar no Congresso Nacional o Projeto de Lei dos Movimentos Sociais (PLS 531/2009), que defende o restabelecimento do monopólio estatal através de uma Petrobrás 100% pública.

Joceli Andrioli, da Coordenação Geral do MAB, frisou a importância da Plataforma Operária e Camponesa de Energia na luta pelo controle estatal e social dos recursos energéticos e afirmou que os leilões de petróleo devem ser uma preocupação de todos os brasileiros, pois significam a privatização de um recurso natural extremamente estratégico para o país. “Esse é o momento dos trabalhadores estarem ainda mais organizados na defesa da soberania e também contra os ataques aos nossos direitos ", citando o exemplo das terceirizações que constantemente matam e precarizam os trabalhadores do setor energético.

“Mais do que nunca, temos que fortalecer a luta para garantir que os recursos energéticos estejam sob o controle do Estado para que possam ser utilizados a favor do povo brasileiro e dos trabalhadores e não do capital privado e das multinacionais, como querem os entreguistas”, ressaltou.

O coordenador geral da FUP, João Antônio de Moraes, lembrou que a manifestação integra o calendário de lutas dos petroleiros por melhores condições de trabalho e um acordo coletivo digno, mas principalmente, é em defesa do Brasil.

“Há exatos 59 anos, o presidente Getúlio Vargas criou a Petrobrás e o monopólio estatal do petróleo. Ele não fez um favor. Foram necessários sete anos de luta, com o povo organizado nas ruas, durante a campanha "O petróleo é nosso". Agora damos continuidade à luta dos nossos antepassados, que sabiam a importância estratégica do petróleo para uma nação. A defesa da soberania nacional e do monopólio estatal do petróleo é uma luta contínua, que só se resolve com o povo organizado”, enfatizou.

Fonte: FUP/CUT

 

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Maioria dos bancários aceita proposta dos bancos privados e do BB

Greve dos funcionários da Caixa continua

No nono dia de greve nacional, a maioria das assembleias dos bancários aprovou nesta quarta-feira (26) a nova proposta da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), conforme informações enviadas pelos sindicatos até as 21h para a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT). Também foi aceita a proposta para as reivindicações específicas dos funcionários do Banco do Brasil, mas a maioria das assembleias rejeitou a da Caixa Econômica Federal.

Com isso, os bancários de bancos privados e do BB de capitais como São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Belo Horizonte, Curitiba e Campo Grande e estados como Piauí, Mato Grosso, Acre, Rondônia, Roraima e Alagoas, dentre outros, voltaram ao trabalho nesta quinta-feira (27).

Já os empregados da Caixa decidiram permanecer em greve em São Paulo, Brasília, Belo Horizonte, Porto Alegre, Pará, Ceará, Bahia e Sergipe, dentre outros. "Vamos fortalecer a greve na Caixa, buscando cobrar mais avanços para os trabalhadores", afirma Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT e coordenador do Comando Nacional dos Bancários.

A Contraf-CUT vai encaminhar nesta quinta-feira uma carta para a direção da Caixa, solicitando a retomada das negociações específicas.

Clique aqui e leia matéria completa sobre as negociações entre os bancários e a Fenabam.

Fonte: Contraf/CUT

 

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Pressionada pela greve dos bancários, Fenaban eleva proposta de reajuste para 7,5%

Comando de greve sugere à categoria aprovação da proposta, que prevê ainda aumento de 8,5% para o piso salarial e tíquetes, além de 10% para a parte fixa da PLR

Após oito dias de uma forte greve nacional, que vem crescendo dia a dia, a Federação de Bancos (Fenaban) apresentou ao Comando Nacional dos Bancários nesta terça-feira (25) uma nova proposta econômica, que eleva para 7,5% o índice de reajuste dos trabalhadores; para 8,5% o aumento do piso salarial e dos auxílios-refeição e alimentação; e para 10% no valor fixo da regra básica e no limite da parcela adicional da Participação nos Lucros e Resultados (PLR).

O Comando Nacional, coordenado pela Contraf-CUT, está reunido, em São Paulo, para avaliar a proposta e definir qual a orientação que passará às assembleias que serão realizadas nesta quarta-feira (26) pelos 137 sindicatos representados pela entidade em todo o país. Na sequência, fará a nova rodada de negociações das reivindicações específicas com o Banco do Brasil e com a Caixa Federal.

Os bancários deflagraram a greve nacional no dia 18 de setembro, depois de rejeitarem a proposta anterior dos bancos, de 6% de reajuste sobre todas as verbas salariais.

Pela nova proposta da Fenaban, as cláusulas econômicas da Convenção Coletiva dos Bancários ficariam assim:

Reajuste- 7,5% (aumento real de 2,02% pelo INPC).

Piso- R$ 1.519 (reajuste de 8,5%, o que significa 2,95% de ganho real).

Caixa- R$ 2.056,89 (reajuste de 8,24%, o que representa 2,70% de aumento real).

Auxílio-refeição- R$ 472,15 (R$ 21,46 por dia), o que representa reajuste de 8,5%.

Cesta-alimentação e 13ª cesta-alimentação - R$ 367,90 (reajuste de 8,5%).

PLR - Regra básica: 90% do salário mais R$ 1.540 fixos (reajuste de 10%), com teto de R$ 8.414,34. Caso a distribuição do lucro líquido não atinja 5% com o pagamento da regra básica, os valores serão aumentados para 2,2 salários, com teto de R$ 18.511,54.

PLR adicional- 2% do lucro líquido distribuídos linearmente, com teto de R$ 3.080 (reajuste de 10%).

Antecipação da PLR- 54% do salário mais valor fixo de R$ 924,00, com teto de R$ 5.166,01 e parcela adicional de 2% do lucro líquido do primeiro semestre distribuído linearmente, com teto de R$ 1.540,00.

Segundo a Contraf-CUT, pela proposta a antecipação da PLR será paga até dez dias após a assinatura da Convenção Coletiva e a segunda parcela até 1º de março de 2013.

Fonte: Contraf-CUT

 

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Greve força negociação entre Comando dos Bancários e Fenaban nesta terça

A greve nacional dos bancários, que nesta segunda-feira (24) entrou na segunda semana ainda mais forte que na sexta-feira, começou a surtir efeito. No começo da noite, a Fenaban (Federação Nacional dos Bancos) enviou ofício à Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) marcando uma nova rodada de negociação com o Comando Nacional dos Bancários para esta terça-feir,a às 16h, no Hotel Maksoud, em São Paulo.

Após a rodada com a Fenaban, haverá também negociações com o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal, no mesmo local, sobre a pauta de reivindicações específicas dos trabalhadores dos dois bancos.

"Foi a força da greve que arrancou a retomada das negociações. Esperamos que os bancos apresentem uma proposta que contemple as expectativas dos bancários e possa ser levada às assembleias da categoria em todo o país", afirma Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT e coordenador do Comando Nacional.

Nesta segunda-feira, sétimo dia da paralisação, foram fechadas 9.386 agências e centros administrativos de bancos públicos e privados nos 26 estados e no Distrito Federal, segundo informações passadas à Contraf-CUT até as 20h30 pelos 137 sindicatos e dez federações representados pelo Comando Nacional. Na sexta-feira (21), houve paralisação em 9.092 unidades no Brasil inteiro.

A Fenaban apresentou a primeira e única proposta, com 6% de reajuste (0,58% de aumento real), no dia 28 de agosto. No dia 5 de setembro, a Contraf-CUT enviou carta à federação dos bancos para reafirmar que estava aberta à retomada das negociações e reivindicava a apresentação de uma nova proposta. A Confederação repetiu o gesto na quinta-feira (20), véspera da reunião do Comando Nacional, em São Paulo, para avaliar a paralisação da categoria.

Confira as principais reivindicações dos bancários:

- Reajuste salarial de 10,25% (aumento real de 5%).

- Piso salarial de R$ 2.416,38.

- PLR de três salários mais R$ 4.961,25 fixos.

- Plano de Cargos e Salários para todos os bancários.

- Elevação para R$ 622 os valores do auxílio-refeição, da cesta-alimentação, do auxílio-creche/babá e da 13ª cesta-alimentação, além da criação do 13º auxílio-refeição.

- Mais contratações, proteção contra demissões imotivadas e fim da rotatividade.

- Fim das metas abusivas e combate ao assédio moral

- Mais segurança

- Igualdade de oportunidades.

Fonte: Contraf/CUT

 

 

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Bancários ampliam greve nacional e 9.092 agências estavam fechadas na sexta-feira

"Os bancos perderam mais uma grande oportunidade para retomar as negociações e apresentar nova proposta aos bancários, ignorando a presença do Comando Nacional em São Paulo durante toda esta sexta-feira. Essa intransigência aumenta a indignação da categoria e vai intensificar a greve nacional na próxima semana". A advertência foi feita pelo presidente da Contraf-CUT, Carlos Cordeiro, ao final da reunião do Comando Nacional realizada na sexta-feira (21) para avaliar a paralisação e intensificar o movimento nos próximos dias.

De acordo com a Contraf-CUT, a greve nacional se alastra a cada dia. Na sexta-feira, quarto dia do movimento, 9.092 agências e centros administrativos foram fechados nos 26 estados e no Distrito Federal, segundo balanço da entidade a partir das informações passadas até as 18h pelos 123 sindicatos e dez federações que integram o Comando Nacional.

Na terça-feira (18), primeiro dia de paralisação, 5.132 agências haviam sido fechadas, saltando para 7.324 no segundo dia e para 8.527 na quinta-feira. Já no quarto dia de paralisação no ano passado, 7.865 agências haviam sido fechadas.

Na reunião de sexta, o Comando Nacional avaliou que o crescimento da greve é consistente em todo o país, principalmente nos bancos privados, e orientou os sindicatos a intensificarem a mobilização em todas as bases, de forma a forçar a Fenaban (Federação Nacional dos Bancos) a romper o silêncio e retomar as negociações.

Segundo a Contraf-CUT, a federação dos bancos apresentou a primeira e única proposta, com 6% de reajuste (0,58% de aumento real), no dia 28 de agosto. No dia 5 de setembro, a Contraf-CUT enviou carta à Fenaban para reafirmar que estava aberta à retomada das negociações e reivindicava a apresentação de uma nova proposta, mas até hoje não obteve resposta.

“Os bancos erraram ao apostarem no fracasso da paralisação. A resposta dos trabalhadores está aí, com uma greve ainda mais forte que nos anos anteriores", conclui Carlos Cordeiro.

Confira as principais reivindicações dos bancários:

●Reajuste salarial de 10,25% (aumento real de 5%).

●Piso salarial de R$ 2.416,38.

●PLR de três salários mais R$ 4.961,25 fixos.

●Plano de Cargos e Salários para todos os bancários.

●Elevaçãopara R$ 622 os valores do auxílio-refeição, da cesta-alimentação, do auxílio-creche/babá e da 13ª cesta-alimentação, além da criação do 13º auxílio-refeição.

●Mais contratações, proteção contra demissões imotivadas e fim da rotatividade.

●Fim das metas abusivas e combate ao assédio moral

●Mais segurança

●Igualdade de oportunidades.

Fonte: Contraf-CUT

 

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Para reivindicar reajuste salarial, trabalhadores dos Correios estão em greve desde ontem

Trabalhadores dos Correios (Empresa de Correios e Telégrafos – ECT) de 23 regiões estão em greve desde a noite da última terça-feira (18), após decisão em assembleia da categoria nos Estados, se somando a Minas Gerais e Pará, que já estão em greve há uma semana. Um impasse nas negociações da campanha salarial 2012 levou mais de 84% dos trabalhadores dos Correios a iniciarem uma greve nacional por tempo indeterminado.

Segundo informações da Fentect (Federação Nacional dos Trabalhadores da ECT), dos 35 sindicatos da categoria, todos os que realizaram assembleias decretaram a greve. Os outros sindicatos estão com assembleias marcadas para esta sexta (20) e para os dias 24 e 25 de setembro, podendo antecipar essas datas e deflagrarem greve junto com os demais sindicatos do país.

A categoria reivindica um aumento de 43,7% e R$ 200,00 linear, ticket de R$ 35,00, a contratação imediata de 30 mil trabalhadores, o fim das terceirizações, além de outros pontos para garantir melhores condições de trabalho.

Entre as regiões em greve estão Pará, Minas Gerais, Rio Grande do Norte, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Piauí, Vale do Paraíba, Roraima, Rio Grande do Sul, Pernambuco, Alagoas, Paraná, Amazonas, Sergipe, São Paulo, Paraíba, Santa Catarina, Ceará, Mato Grosso, Tocantins, Goiás, São José do Rio Preto, Espírito Santo, Bauru e Campinas.

A Fentect informa que até o dia 25 de setembro, as regiões de Acre, Maranhão, Bahia, Juiz de Fora, Mato Grosso do Sul, Rondônia, Ribeirão Preto, Santa Maria, Santos e Uberaba também poderão deflagrar greve.

Fonte: Fentect/CUT

 

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CUT realiza ato unificado por aumentos reais de salário

Primeira manifestação será nesta quinta-feira, dia 20, em São Paulo, e vai reunir categorias com data-base no segundo semestre - bancários, metalúrgicos, químicos, petroleiros e pessoal dos Correios

A CUT realiza nesta quinta-feira, dia 20, às 10h, um ato público unificado com todos os ramos Cutitas (bancário, metalúrgico, químico, petroleiro e trabalhadores dos Correios), com data base no segundo semestre. A concentração será das 6h às 9h da manhã, na Avenida Paulista, em frente ao Bradesco.

De acordo com a entidade nacional, o objetivo é fortalecer a luta dos trabalhadores, tanto da iniciativa privada quanto do setor público, que já iniciaram – ou iniciarão nos próximos meses - suas campanhas salariais. Além das pautas específicas de cada categoria, como aumento real e melhoria de benefícios, a manifestação vai reforçar a pauta nacional da classe trabalhadora, que está parada no governo e no Congresso Nacional. A pauta reivindica, entre outros itens, isenção de imposto de renda na PLR (Participação nos Lucros e Resultados), regulamentação da Convenção 151 e ratificação da Convenção 158, ambas da OIT, o fim da terceirização e não à rotatividade na contratação de trabalhadores.

Para o presidente da CUT, Vagner Freitas, é fundamental fortalecer a luta dos trabalhadores por aumento de salário e melhores condições de trabalho, até mesmo para ajudar o país a enfrentar os efeitos da crise econômica internacional. “Com mais salário, melhores condições de trabalho e parcela maior da PLR no bolso do trabalhador continuaremos contribuindo para o fortalecimento do mercado interno, que, desde 2008, vem sendo a principal âncora da nossa economia. Foi esta estratégia, iniciada no governo Lula que permitiu que o Brasil não sofresse tanto os efeitos da crise como a Europa e os Estados Unidos”, argumentou o dirigente.

O segundo será em Brasília, no dia 17 de outubro, e terá manifestação em frente ao Ministério do Planejamento. O objetivo é cobrar que o MPOG intervenha nas negociações dos petroleiros e dos trabalhadores dos Correios.

Também está previsto o mês de outubro um ato unificado no Rio de Janeiro, que ainda será marcado pela FUP (Federação Única dos Petroleiros).

Fonte: CUT Nacional

 

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Bancários iniciam greve nacional nesta terça-feira

Apesar dos lucros crescentes e aumento real na remuneração milionária dos altos executivos, bancos não apresentam nova proposta. Resposta será com paralisação das atividades

Como a Fenaban (Federação Nacional dos Bancos) ignorou o prazo oferecido pelo Comando Nacional dos Bancários, coordenado pela Contraf-CUT, para apresentar uma proposta decente às reivindicações da categoria até as assembleias desta segunda-feira (17), os bancários de todo o país entram em greve por tempo indeterminado a partir desta terça-feira (18) por 5% de aumento real, valorização do piso salarial, PLR maior, mais empregos e fim da rotatividade, melhores condições de saúde e trabalho, mais segurança nas agências e igualdade de oportunidades.

A paralisação foi aprovada nas assembleias realizadas na última quarta-feira (12), pelos mais de 130 sindicatos representados pelo Comando Nacional.

"Foram os banqueiros que empurraram a categoria para a greve. Apesar dos lucros recordes, mesmo maquiando os balanços com o superdimensionamento das provisões para devedores duvidosos, e de premiarem os altos executivos com aumentos reais de 9,7% sobre sua remuneração já milionária, que dará a muitos um ganho anual de R$ 8,4 milhões, os bancos se recusam a atender as reivindicações. Os bancários responderão a essa intransigência com uma greve forte como nos anos anteriores", afirma Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT e coordenador do Comando Nacional.

"Além de baixar a PLR dos bancários, com a maquiagem dos balanços os bancos reduzem contabilmente o lucro para justificar as tarifas escorchantes e as altas taxas de juros, as maiores do mundo, mesmo com a queda da Selic - além do fechamento de quase dez mil postos de trabalho no último ano", critica o presidente da Contraf-CUT.

De acordo com a Contraf-CUT, a Fenaban apresentou no dia 28 de agosto a proposta de 6% de reajuste, contendo apenas 0,58% acima da inflação, mesmo sabendo que a grande maioria dos outros setores da economia, menos lucrativos que o financeiro, fizeram acordos com aumentos reais bem acima desse índice. O Comando Nacional considerou a proposta insuficiente e esperava uma nova oferta na rodada de negociação realizada dia 4 de setembro, mas os bancos mantiveram-se intransigentes.

Apesar da carta enviada pela Contraf-CUT à Fenaban no dia 5 de setembro, para informar o calendário de mobilização e reafirmar que os trabalhadores apostavam em uma solução positiva na mesa de negociação, até agora os bancos nada responderam nem marcaram nova rodada de negociação.

As principais reivindicações dos bancários:

● Reajuste salarial de 10,25% (aumento real de 5%).

● Piso salarial de R$ 2.416,38.

● PLR de três salários mais R$ 4.961,25 fixos.

● Plano de Cargos e Salários para todos os bancários.

● Elevação para R$ 622 os valores do auxílio-refeição, da cesta-alimentação, do

auxílio-creche/babá e da 13ª cesta-alimentação, além da criação do 13º auxílio-refeição.

● Mais contratações, proteção contra demissões imotivadas e fim da rotatividade.

● Fim das metas abusivas e combate ao assédio moral

● Mais segurança

● Igualdade de oportunidades.

Fonte: Contraf-CUT

 

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CUT promove na quinta-feira ato unificado para fortalecer campanhas salariais em andamento

Na próxima quinta-feira, 20 de setembro, a CUT Nacional vai realizar, a partir das 10h, em São Paulo, um ato público unificado com todos os ramos do movimento sindical cutista (bancário, metalúrgico, químico, petroleiro e trabalhadores dos Correios) que têm data base no segundo semestre.

De acordo com a entidade nacional, o objetivo é fortalecer a luta dos trabalhadores, tanto da iniciativa privada quanto do setor público, que já iniciaram – ou iniciarão nos próximos meses - suas campanhas salariais. Além das pautas específicas de cada categoria, como aumento real e melhoria de benefícios, a manifestação vai reforçar a pauta nacional da classe trabalhadora, que está parada no governo e no Congresso Nacional. A pauta reivindica, entre outros itens, isenção de imposto de renda na PLR (Participação nos Lucros e Resultados), regulamentação da Convenção 151 e ratificação da Convenção 158, ambas da OIT, o fim da terceirização e não à rotatividade na contratação de trabalhadores.

Para o presidente da CUT, Vagner Freitas, é fundamental fortalecer a luta dos trabalhadores por aumento de salário e melhores condições de trabalho, até mesmo para ajudar o país a enfrentar os efeitos da crise econômica internacional.

“Com mais salário, melhores condições de trabalho e parcela maior da PLR no bolso do trabalhador continuaremos contribuindo para o fortalecimento do mercado interno, que, desde 2008, vem sendo a principal âncora da nossa economia. Foi esta estratégia, iniciada no governo Lula que permitiu que o Brasil não sofresse tanto os efeitos da crise como a Europa e os Estados Unidos”, argumentou o dirigente.

Calendário unificado de luta

O calendário unificado de luta já tem dois atos marcados. O primeiro, em São Paulo, no dia 20/09, terá atos públicos em frente ao prédio da Petrobrás, ao Banco Central e outros e a Fiesp.

O segundo será em Brasília, no dia 17 de outubro, e terá manifestação em frente ao Ministério do Planejamento. O objetivo é cobrar que o MPOG intervenha nas negociações dos petroleiros e dos trabalhadores dos Correios.

Também está previsto o mês de outubro um ato unificado no Rio de Janeiro, que ainda será marcado pela FUP (Federação Única dos Petroleiros).

Fonte: CUT Nacional

 

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Bancários rejeitam proposta da Fenaban e aprovam greve a partir do dia 18

Os bancários de São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Belo Horizonte, Curitiba, Porto Alegre, Campo Grande, Florianópolis, Pernambuco, Ceará, Bahia, Pará, Paraíba, Alagoas, Piauí, Mato Grosso, Rondônia, Roraima, Amapá, Sergipe, Londrina e Campinas, dentre outros, reunidos em assembleias realizadas pelos sindicatos na noite desta quarta-feira (12), rejeitaram a proposta da Fenaban (Federação Nacional dos Bancos) e aprovaram a deflagração de greve nacional por tempo indeterminado a partir da próxima terça-feira, 18 de setembro. Novas assembleias serão realizadas na segunda-feira (17) para organizar o movimento.

A decisão segue orientação do Comando Nacional dos Bancários, coordenado pela Contraf-CUT, que considerou insuficiente a proposta dos bancos de reajuste de apenas 6% sobre todas as verbas salariais -, o que representa um aumento real de apenas 0,58%, menor que o índice da quase totalidade dos acordos feitos por outras categorias no primeiro semestre deste ano, que obtiveram ganhos superiores a 5% acima da inflação.

“Os seis maiores bancos, que empregam mais de 90% da categoria, lucraram R$ 25,2 bilhões no primeiro semestre deste ano, mas fizeram uma proposta que não valoriza os salários dos trabalhadores, enquanto pagam milhões de reais por ano para os altos executivos”, critica Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT.

A Contraf-CUT informa, ainda, que os bancos ainda lançaram R$ 39,15 bilhões em provisões para devedores duvidosos (PDD) no primeiro semestre, 64,3% a mais que o lucro líquido. "É um truque contábil para uma inadimplência que cresceu apenas 0,7 pontos percentuais no mesmo período e que acaba reduzindo a participação dos trabalhadores nos lucros", aponta Cordeiro. "Por isso, os bancários reivindicam uma nova regra de PLR, equivalente a três salários mais R$ 4.961 fixos", ressalta Cordeiro.

"Além disso, os bancos nada apresentaram para gerar empregos e acabar com a rotatividade, que reduz a massa salarial da categoria, muito menos para melhorar as condições de trabalho, como o fim das metas abusivas para a venda de produtos", salienta.

Na última quarta-feira (5), o Comando Nacional enviou carta à Fenaban informando sobre o calendário de mobilização e reafirmando a importância de se buscar um acordo negociado. Mas até agora, segundo a Contraf, passados sete dias, os bancos não deram nenhuma resposta.

"Com a deflagração da greve a partir do dia 18, os bancários de todo o país estão respondendo ao desrespeito com que os bancos vêm tratando a categoria nas mesas de negociação. Continuamos abertos ao diálogo e qualquer nova proposta será apreciada nas assembleias do dia 17, mas estamos unidos e preparados para fazer uma grande mobilização nacional, a fim de arrancar novas conquistas econômicas e sociais", conclui o presidente da Contraf-CUT.

BB e Caixa

O Comando Nacional retoma as negociações com o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal nesta sexta-feira (14), às 14h, em São Paulo. As novas rodadas acontecem após o envio, pela Contraf-CUT, de cartas aos dois bancos na última quinta-feira (6), a exemplo das correspondências encaminhadas para a Fenaban e aos quatro maiores bancos privados (Itaú, Bradesco, Santander e HSBC) com o mesmo teor.

As principais reivindicações dos bancários são:

●Reajuste salarial de 10,25% (aumento real de 5%).

●Piso salarial de R$ 2.416,38.

●PLR de três salários mais R$ 4.961,25 fixos.

●Plano de Cargos e Salários para todos os bancários.

●Elevação para R$ 622 os valores do auxílio-refeição, da cesta-alimentação, do auxílio-creche/babá e da 13ª cesta-alimentação, além da criação do 13º auxílio-refeição.

●Mais contratações, proteção contra demissões imotivadas e fim da rotatividade.

●Fim das metas abusivas e combate ao assédio moral

●Mais segurança

●Igualdade de oportunidades.

 

Fonte: Contraf/CUT

 

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Assembleias dos bancários decidem nesta quarta greve a partir do dia 18

Mesmo com lucros exorbitantes, banqueiros mantêm postura inflexível, levando a categoria a uma paralisação nacional

Bancários de todo o país poderão paralisar os trabalhos por tempo indeterminado a partir do dia 18 de setembro. O indicativo será avaliado nas assembleias, em todo o país, que serão realizadas nesta quarta-feira, 12 de setembro, por orientação do Comando Nacional dos Bancários, coordenado pela Contraf-CUT. Novas assembleias serão realizadas no dia 17, para organizar a paralisação nacional.

O Comando Nacional considerou insuficiente a proposta dos bancos, por meio da Fenaban (Federação Nacional dos Bancos), apresentada no dia 28 de agosto, de 6% de reajuste sobre todas as verbas salariais, o que significa, na prática, um aumento real de 0,58%. Segundo a Contraf, em nova rodada de negociação realizada no dia 4 de setembro, a Fenaban frustrou a expectativa dos bancários e não apresentou nenhuma nova proposta, forçando o Comando a orientar os sindicatos pelo encaminhamento da greve.

Mobilização

No dia 5 de setembro, a Contraf-CUT enviou carta à Fenaban para informar sobre o calendário de mobilização aprovado pelo Comando e reafirmar que os sucessivos resultados positivos dos bancos permitem atender às demandas dos bancários.

"Somente os cinco maiores bancos tiveram R$ 50,7 bilhões de lucro líquido em 2011, com uma rentabilidade de 21,2%, a maior do mundo. No primeiro semestre deste ano, as mesmas instituições apresentaram lucro líquido de R$ 24,6 bilhões, maior que em igual período do ano passado, mesmo com o provisionamento astronômico de R$ 37,34 bilhões para pagamento de devedores duvidosos, incompatível com a situação real de inadimplência", afirma ainda o texto, assinado por Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT.

A Confederação conclui a carta ponderando que, "como sempre acreditamos no diálogo e apostamos no processo de negociações, aguardamos manifestação dessa Federação com uma nova proposta até o dia 17 de setembro, para que possamos submetê-la à apreciação das assembleias".

A Contraf-CUT acredita que, embora esteja disposta a encontrar uma solução na mesa de negociação, a categoria só alcançará avanços com um amplo processo de mobilização nacional. "Foi assim, com greves cada ano mais fortes, que os bancários conquistaram aumentos reais de salário e outros importantes avanços nos últimos oito anos. Temos que nos preparar", convoca Carlos Cordeiro.

Veja as principais reivindicações dos bancários

● Reajuste salarial de 10,25% (aumento real de 5%)

● Piso salarial de R$ 2.416,38

● PLR de três salários mais R$ 4.961,25 fixos

● Plano de Cargos e Salários para todos os bancários

● Elevação para R$ 622 os valores do auxílio-refeição, da cesta-alimentação, do auxílio-creche/babá e da 13ª cesta-alimentação, além da criação do 13º auxílio-refeição

● Mais contratações, proteção contra demissões imotivadas e fim da rotatividade

● Fim das metas abusivas e combate ao assédio moral

● Mais segurança

● Igualdade de oportunidades.

Fonte: Contraf/CUT

 

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Grito dos Excluídos, nesta sexta, reivindicará que o Estado garanta direitos a toda população

7 de setembro é dia de ir às ruas para cobrar uma nova sociedade, mais justa e igualitária

Desde 1994 o dia 7 de setembro é marcado por grandes atos e mobilizações, aproveitando o Dia da Pátria para mostrar que não basta uma independência politicamente formal. Para as entidades que organizam o Grito dos Excluídos, a verdadeira independência passa pela soberania da nação, com relações economicamente solidárias e justiça social.

A 18ª edição do Grito dos Excluídos, que marcará o 7 de setembro deste ano, tem como tema central “Um Estado a serviço da Nação, que garanta direitos de toda a população”. A proposta é questionar o cumprimento das obrigações do Estado com o cidadão. As atividades são as mais variadas: atos públicos, romarias, celebrações especiais, seminários e cursos de reflexão, blocos na rua, caminhadas, teatro, música, dança, feiras de economia solidária, acampamentos – e acontecem durante toda esta semana, se estendendo por todo o território nacional.

Confira na página da CUT as atividades que acontecerão nesta sexta-feira (07).

Fonte: CUT Nacional

 

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Trabalhadores da educação ocupam Esplanada dos Ministérios, em Marcha Nacional nesta quarta

Dia Nacional de Mobilização da CUT e 6ª Marcha da CNTE afirmam que “Independência é educação de qualidade e trabalho decente”

Mais de dez mil manifestantes, vindos em caravanas de todo os cantos do país, participaram nesta quarta-feira (05) do Dia Nacional de Mobilização da CUT (Central Única dos Trabalhadores) e da VI Marcha Nacional em Defesa e Promoção da Educação Pública, em Brasília.

“Defendemos os 10% do PIB para a educação, o piso do magistério, carreira, e aprovação do Plano Nacional de Educação, porque são medidas imprescindíveis para o desenvolvimento do país, que dialogam com o presente e o futuro da nossa nação, da mesma forma que o combate à precarização e à terceirização”, declarou Carmen Foro, dirigente da executiva nacional da CUT, que coordenou a manifestação ao lado de Fátima Aparecida da Silva, da CNTE (Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação). A seu lado no caminhão de som, Fátima lembrou que a ampliação dos investimentos é essencial para uma educação à altura do país e de seu povo, com o fortalecimento da ciência e da tecnologia nacional. “Por isso o lema da nossa manifestação é ‘Independência é educação de qualidade e trabalho decente’, pois são ações imprescindíveis para o nosso desenvolvimento soberano”, frisou Fátima.

Dirigente nacional da CUT e da CNTE, Antonio Lisboa ressaltou que as mobilizações dos dois últimos meses, em que os cutistas dirigiram um processo intenso de greves de servidores federais e estaduais, arrancaram bons resultados, dobrando a intransigência dos que se recusavam a negociar e diziam não ter recursos. “O caminho é esse, é botar a massa na rua para garantir direitos e ampliar conquistas. Com mobilização o dinheiro aparece”, frisou.

Vaia para Mantega

O vice-presidente da CUT de São Paulo, professor Douglas Izzo, pediu uma vaia para o ministro da Fazenda, Guido Mantega, que falou que os 10% do PIB para a educação iria quebrar o país. “Se há recursos para um volumoso superávit primário, por que não destinar um percentual mais expressivo do Orçamento federal para fomentar a educação”, questionou. A vaia se alastrou pela Esplanada.

A realização da marcha em plena Semana da Pátria, declarou Júlio Turra, da direção nacional da CUT, “demonstra que a independência só pode ser garantida pelos trabalhadores”. “A bandeira da educação unifica o conjunto da classe em apoio à luta dos companheiros da CNTE, da mesma forma que a luta contra a precarização e a terceirização mobiliza os trabalhadores em educação em solidariedade à classe. Esta é uma mobilização que abre caminho para vitórias e destaca a importância do protagonismo do Estado”, frisou Julinho.

Audiências

Durante a tarde desta quarta-feira foram marcadas várias audiências com parlamentares, onde os dirigentes da CUT e da CNTE levarão até o Congresso Nacional as suas reivindicações. O presidente nacional da CUT, Vagner Freitas, disse que além da pauta educacional, as entidades apresentarão aos deputados e senadores a sua pauta comum pelo fim do Fator Previdenciário, contra a idade mínima para as aposentadorias e a desoneração da folha de pagamento; contra a rotatividade no emprego – pela ratificação da Convenção 158 da OIT; por negociação coletiva no serviço público – regulamentação da Convenção 151 - e a revogação do Decreto 7777 – que institucionaliza a substituição dos servidores grevistas. “Vamos falar firme e pedir urgência em ações contra a precarização do trabalho, no combate às terceirizações e na luta pela igualdade de direitos. Precisamos urgente de trabalho decente”, concluiu Vagner.

Fonte: CUT Nacional

Foto: Leonardo Severo/CUT Nacional

 

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