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Cúpula Social do Mercosul: "Iremos defender a integração como resposta à crise, afirma secretário da CUT

Para Artur Henrique, movimentos sociais devem cobrar governos por avanços de medidas práticas

De 4 a 6 de dezembro, acontece no Museu Nacional da República, em Brasília (DF), a 14ª edição da Cúpula Social do Mercosul, principal espaço de diálogo entre governos e sociedade civil dos países que integram o Bloco.

Como nas edições anteriores, a Central Única dos Trabalhadores participará novamente dos debates que terão como tema “Cidadania e Participação”.

Antes do início do evento oficial, hoje e amanhã (3 e 4/12), a CUT ainda integra o seminário internacional “Desafios da Construção da Democracia no Mercosul”, um dos eventos paralelos que fazem parte da cúpula.

Um dos membros da delegação cutista, o secretário-adjunto de Relações Internacionais, Artur Henrique, comenta qual será a prioridade que a entidade levará ao encontro.

“Teremos a oportunidade de colocar mais uma vez nossa visão de que, apesar dos avanços inegáveis nos últimos anos, continuamos tendo problemas com a institucionalidade do Mercosul,  porque queremos avançar em várias decisões que foram tomadas mas que agora apresentam dificuldade em serem implementadas”, disse.

Entre essas ações estão a criação de um observatório de emprego dos países e um plano estratégico de ação social para enfrentamento à crise.

“Apontaremos as posições históricas do movimento sindical, a preocupação de se colocar neste momento a integração, mas não apenas comercial ou de infraestrtuura, e sim de unidade dos povos, do ponto de vista da cidadania, da política e do direito dos trabalhadores. Temos feito trabalho conjunto com todas as entidades sindicais do Cone Sul, atuando ao lado da CSA para trabalhar a unidade do movimento sindical nesta pauta conjunta sobre essas principais questões que queremos ver debatidas. E nessa parceria temos cobrado o governo e setores empresariais”, explica.

Investimento

Ele alerta ainda que não haverá avanço se o bloco não discutir como financiar essas ações. “Se não tiver financiamento, recursos para que organismos sociolaborais promovam trabalho decente, vamos continuar com decisões muito interessantes do ponto de vista político, mas que não são implementadas por conta de falta de investimento.”

Ele cita como exemplo o Fundo para Convergência Estrutural do Mercosul (Focem), destinado a financiar projetos de economias menores e o Banco da Unasul que, na prática, ainda não funcionam.

“Desde 2006 existe o Focem para contribuir nesta tarefa de garantir financiamento, mas, há ainda muita discussão porque os valores são pequenos diante dos desafios. Além disso, temos a proposta da Unasul (União de Nações Sul-Americanas), de criar um

Banco do Sul, que trabalharia também para financiar programas sociais e de infraestrutura na América do Sul, mas está parado no nosso Congresso. Temos que discutir para destravar essas pautas”, defende.

Fonte: Portal Mundo do Trabalho/CUT


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