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CUT realiza hoje e amanhã Encontro do Macrossetor Serviço Público

Para a secretária-geral adjunta da CUT, evento que inicia na segunda-feira em São Paulo fortalecerá luta pela justiça social e igualdade de direitos

“O Encontro do Macrossetor Serviço Público da Central Única dos Trabalhadores reafirmará o papel e o protagonismo do Estado no desenvolvimento com inclusão, democracia, justiça social e igualdade de direitos”, afirmou a secretária-geral adjunta da CUT, Maria Godói de Faria. Em entrevista ao Portal do Mundo do Trabalho a dirigente cutista destaca a relevância do evento que será realizado nesta segunda e terça-feira (12 e 13 de novembro) na capital paulista. A Fenajufe participa do evento, representada pelos coordenadores Zé Oliveira, Jacqueline Albuquerque, Hebe-Del Kader, Gérner Matos e Joaquim Castrillon.

Confira abaixo a entrevista com a secretária-geral adjunta da CUT.

Qual a importância da realização deste Encontro para a pauta cutista?

A Central Única dos Trabalhadores está realizando um ciclo de quatro Encontros de debates para definir estratégias de organização e ação sindical por macrossetor: Indústria, Comércio, Serviços e Logística,  Rural e Serviço Público. O Encontro do Macrossetor Serviço Público da CUT reafirmará o papel e o protagonismo do Estado no desenvolvimento com inclusão, democracia, justiça social e igualdade de direitos. Especialmente a partir de 2003 houve uma recomposição do quadro de trabalhadores públicos em nível federal, nos níveis estaduais e municipais e é preciso debater a sua incorporação dentro de um novo projeto de país. Vale lembrar que, além dos servidores, temos profissionais que atuam tanto no setor público como no privado, como psicólogos, enfermeiros e assistentes sociais, que estão ao nosso lado nesta batalha.

Quais as principais reivindicações do setor?

A negociação coletiva, com a regulação da Convenção 151 da Organização Internacional do Trabalho, é uma das nossas prioridades, pois tanto resolverá a situação dos servidores públicos quanto a dos gestores. Esta é uma política pública inclusiva que trará, com a democratização das relações de trabalho, ganhos ao conjunto da população.

É um debate que dialoga com os anseios da sociedade?

Com certeza, pois é um encontro que não termina em si mesmo. A nossa ideia é que estes encontros sejam descentralizados para que cada vez tenhamos mais CUTs estaduais e Ramos interagindo, apontando propostas, contribuindo para um plano de ação que efetivamente envolva e mobilize os trabalhadores e a sociedade. Ao reafirmar o importante papel do Estado e das políticas públicas para o aprofundamento da democracia e da justiça social, colocamos no centro as necessidades da população.

Quais as mesas de debate que serão realizadas e quais os nomes que contribuirão com esta reflexão?

Vamos debater o serviço público na perspectiva do desenvolvimento do país, a democracia nas relações de trabalho no setor público, Previdência e Fundos de Pensão e também fazer uma avaliação do quadro geral dos ramos. Para contribuir conosco chamamos o professor Eduardo Fagnani, da Unicamp; Cleuza Repulho, secretária municipal de Educação de São Bernardo do Campo; Sérgio Mendonça, secretário de Relações do Trabalho do Ministério do Planejamento; Clemente Ganz Lúcio, do Dieese; Jocélio Drumond, da ISP (Internacional de Serviços Públicos); Paulo César Martin, da FUP (Federação Única dos Petroleiros), o ex-ministro da Previdência e deputado federal Ricardo Berzoini e Angelo D'Agostini, do Funprev. Com certeza serão dias de muita participação, ricos e intensos, que apontarão valiosas contribuições.

Fonte: Portal Mundo do Trabalho/CUT


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