FENAJUFE
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Delegação do Rio votará, na ampliada, pela manutenção do PL 6.613, sem emendas

  por Imprensa

BRASÍLIA – 30/07/10 - Em uma assembleia com cerca de 120 participantes, os servidores do Judiciário Federal do Rio mostraram que continuam mobilizados pela aprovação do PL 6.613/2009 no Congresso Nacional. Na reunião que aconteceu nesta quinta-feira, 29 de julho, na porta da Justiça Federal Rio Branco, a categoria escolheu os seus representantes para a reunião ampliada da Fenajufe marcada para o domingo, 1º de agosto, em Brasília. Foram eleitos 11 delegados que vão defender a posição dos servidores do Rio e da direção do Sisejufe-RJ favorável à aprovação do PL, sem emendas.

'A hora é de retomar a mobilização, de acumular esforços e reiniciar a greve com a volta do recesso do Judiciário e do Legislativo', conclamou Roberto Ponciano, diretor do Sisejufe.

Antes da votação que elegeu os delegados que vão participar da reunião ampliada, Ponciano explicou que a proposta encaminhada pelo Supremo Tribunal Federal [STF] à Secretaria de Orçamento e Finanças do Ministério do Planejamento, no dia 20 de julho, prevê um orçamento que garante a implementação de PCS na íntegra.

'O STF enviou o orçamento contemplando o PL 6.613 na íntegra, não pode o Sisejufe e a Fenajufe optarem por reduzir o impacto e consequentemente a malha salarial, não negociamos direito, por isto optamos pelo PL 6.613 sem emendas, portanto, sem subsídio. Sendo assim, não cabe mais a defesa do subsídio, já que o argumento era que havia problema orçamentário. Então, a única justificativa para reduzir o projeto para subsídio, caiu', afirmou Ponciano.

Coordenador da Fenajufe e também diretor do Sisejufe, Valter Nogueira Alves convocou a categoria a participar do 'Apagão do Judiciário' marcado para o dia 4 de agosto em todo o país. O dirigente deu informes do andamento do PL, apresentou dados do Conselho Nacional de Justiça [CNJ] que constatam que o PL 6.613, defendido pela Fenajufe e pelo sindicato, contempla com reajuste salarial de 56%, em média, todos os servidores do Judiciário Federal que estão em início e no fim da carreira. “Assim, ficam preservados todos os direitos adquiridos ao longo da vida funcional”, garante.

Fonte: Sisejufe-RJ

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